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BYD Dolphin G híbrido chega ao Brasil em 2027 e será fabricado na Bahia

Hatch híbrido flex pode se tornar o modelo mais barato da BYD no país e já tem produção em Camaçari como prioridade da marca.

Atualizada em 17 de julho de 2026 às 15:01· 26 leituras
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HÍBRIDO FLEX

BYD Dolphin G chega em 2027 — e pode ser o mais barato da marca

Hatch híbrido flex com produção prevista em Camaçari (BA) mira hatches e SUVs compactos do mercado brasileiro.

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A BYD confirmou que o Dolphin G híbrido desembarca no Brasil no início de 2027, segundo a Quatro Rodas. O hatch é o primeiro da linha Dolphin a adotar motorização híbrida e tem grande chance de se tornar o modelo mais acessível da marca no país — potencialmente mais barato que o Atto 2, que ainda nem chegou às lojas e já tem preço anunciado de R$ 149.990. A publicação aponta que justamente essa proposta de custo competitivo fez da produção do Dolphin G em Camaçari (BA) uma prioridade para a fabricante chinesa, embora a BYD ainda não tenha decidido se o lançamento ocorrerá com unidades importadas ou já com fabricação local.

A fábrica baiana, de acordo com a Quatro Rodas, está em processo de expansão para incorporar etapas mais complexas como estamparia, soldagem e pintura, com previsão de conclusão antes do fim de 2026. Sob o capô, o modelo traz o sistema híbrido DM 5.0, que combina um motor 1.5 aspirado flex — operando com taxa de compressão de 16:1 e entregando 95 cv isoladamente — com um motor elétrico de 163 cv. A potência combinada varia de 176 cv a 212 cv conforme a versão, com aceleração de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos e velocidade máxima de 180 km/h. O motor a combustão atua principalmente como gerador, priorizando a tração elétrica na maior parte do tempo.

No quesito consumo, a Quatro Rodas destaca que as versões de entrada, equipadas com bateria Blade de 7,42 kWh, atingem até 27,9 km/l no ciclo europeu WLTP e oferecem autonomia elétrica de cerca de 40 km. Já as versões topo de linha usam bateria de 18,3 kWh, ampliando o alcance elétrico para 104 km, mas reduzindo levemente a média combinada para 26,6 km/l. Com 4,16 m de comprimento, entre-eixos de 2,61 m e porta-malas de 425 litros, o hatch rivaliza com modelos médios — embora adote eixo de torção na traseira, em vez da suspensão independente do Dolphin Plus, uma concessão ao preço mais acessível.

No interior, a Quatro Rodas aponta que o Dolphin G mantém a tela giratória de 12,8 polegadas com integração nativa ao Google, além de função V2L para alimentar equipamentos externos com a energia do carro. As versões mais completas incluem sistemas ADAS, bancos aquecidos com ajuste lombar elétrico e teto panorâmico. A BYD aposta que a combinação de motorização flex, porte generoso e preço agressivo será suficiente para pressionar hatches e SUVs compactos de Volkswagen e Stellantis no mercado brasileiro.

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