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BYD Song Pro Flex 2027 chega às concessionárias com sistema DM-i 5.0 e produção nacional em expansão

SUV híbrido plug-in é vendido em duas versões a partir de R$ 176.990 e já nasce com planos de fabricação completa em Camaçari (BA)

Atualizada em 9 de agosto de 2026 às 11:04· 2 fontes· 39 leituras
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BYD Song Pro Flex chega ao Brasil com DM-i 5.0 e etanol total

SUV híbrido plug-in estreia nas concessionárias em duas versões, com motor flex desenvolvido no Brasil.

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O BYD Song Pro Flex 2027 finalmente chegou às concessionárias brasileiras. Segundo a Quatro Rodas, o SUV híbrido plug-in é vendido em duas versões: a GL, por R$ 176.990, e a GS, por R$ 199.990. O modelo havia sido montado em pequenas quantidades no Brasil no fim de 2025 para uso na COP 30, mas só agora entra em comercialização oficial — chegando às lojas antes mesmo do Atto 2 Flex, que a BYD havia anunciado em junho.

A origem nacional do carro vai além de um simples câmbio de endereço fabril. O UOL Carros aponta que o Song Pro PHEV foi apresentado durante a inauguração da fábrica de Camaçari (BA) e chega ao mercado montado inicialmente em regime SKD, mas já preparado para incorporar as etapas de estamparia, soldagem e pintura na Bahia em uma próxima fase.

A grande novidade técnica é o sistema DM-i 5.0, que combina um motor 1.5 aspirado — agora capaz de queimar etanol em qualquer proporção — com um motor elétrico via câmbio eCVT. A Quatro Rodas destaca que, segundo a BYD, o propulsor flex foi desenvolvido em conjunto pelas equipes de engenharia da marca na Alemanha, no Brasil e na China, e entrega eficiência superior quando abastecido com etanol em comparação à gasolina. Em consumo urbano com gasolina, a versão GL marca 16,0 km/l, enquanto com etanol esse número cai para 12,1 km/l — reflexo da menor densidade energética do biocombustível. A autonomia combinada declarada pela montadora, em ciclo NEDC, é de 1.105 km com gasolina e 805 km com etanol, no mesmo tanque de 52 litros.

A publicação aponta que o foco em eficiência teve um custo no desempenho: a potência foi ligeiramente reduzida (a GL passou de 223 cv para 218 cv, e a GS de 235 cv para 219 cv), e o tempo de 0 a 100 km/h subiu de 7,9 s para 8,6 s e 8,8 s nas versões GL e GS, respectivamente. O UOL Carros reforça essa percepção ao destacar que a menor potência é uma das marcas registradas desta geração do modelo. A bateria Blade da GL ganhou 0,2 kWh, chegando a 13,1 kWh, enquanto a GS mantém 18,3 kWh — com autonomia elétrica de 57 km e 72 km segundo o Inmetro. Ambas as versões, porém, seguem limitadas a 6,6 kW em corrente alternada, sem suporte a recarga rápida.

O UOL Carros também chama atenção para dois pontos positivos que se destacam na experiência a bordo: o silêncio na condução e a qualidade do acabamento interno. Na parte mecânica e estética, a Quatro Rodas ressalta que a BYD promoveu uma nova calibração da suspensão McPherson dianteira e multilink traseira especialmente para o gosto do consumidor brasileiro, prometendo maior absorção de impactos sem abrir mão da estabilidade. Visualmente, o SUV recebeu grade frontal redesenhada com aberturas ativas, novos faróis de LED, lanternas traseiras inéditas e rodas de 18 polegadas com acabamento atualizado. No interior, o painel ganhou plástico preto brilhante, comandos integrados e quadro de instrumentos digital de 8,8 polegadas.

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