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Compressor furtado e buzina agressiva: os dois problemas que afligem donos de VW

Modelos da linha Polo concentram queixas sobre vulnerabilidade do ar-condicionado a furtos e atraso no acionamento da buzina.

Atualizada em 7 de setembro de 2026 às 17:02· 34 leituras
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PROBLEMAS RECORRENTES

Compressor furtado e buzina com delay: os dois pesadelos do VW Polo

Nivus, Polo e T-Cross concentram queixas que vão além de defeito de fábrica — e têm solução.

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Dois problemas recorrentes estão incomodando proprietários de modelos Volkswagen no Brasil — e nenhum deles é exatamente um defeito de fabricação, mas sim características de projeto que geram transtornos no dia a dia. A Quatro Rodas aponta que as queixas aparecem com frequência em grupos de redes sociais e no Reclame Aqui, envolvendo principalmente Nivus, Polo e T-Cross.

O primeiro problema é a facilidade com que o compressor do ar-condicionado pode ser furtado. Segundo a Quatro Rodas, o policial militar Rodrigo Ramos dos Santos, de São José (SC), teve o compressor do seu Nivus roubado e, ao procurar a concessionária, descobriu que não havia peça em estoque — as últimas três unidades disponíveis já tinham sido usadas para repor compressores furtados de Polos no próprio pátio da revenda. O especialista Robson Silva, da Robtec Reparos Automotivos, ouvido pela publicação, confirma que os furtos são frequentes e recomenda trocar os parafusos do compressor, reforçar a proteção da peça junto ao cárter e priorizar estacionamentos com segurança.

O segundo incômodo é a buzina dos modelos da linha Polo. A Quatro Rodas relata o caso do advogado Gerson Garcia da Silveira, de Porto Alegre (RS), ex-dono de um T-Cross Comfortline, que descreveu o som como alto e agressivo demais — a ponto de parecer uma discussão no trânsito a cada acionamento. Além do volume elevado, há relatos de atraso (delay) entre o toque no volante e a emissão do som, o que pode comprometer a função de segurança do dispositivo. Para esse problema, a Quatro Rodas apresenta uma solução oferecida pelo técnico Welton Bella Vitta da Silva, da WTN Coding, em São Paulo: o isolamento do circuito elétrico responsável pelo delay, sem alteração no chicote original, por cerca de R$ 400 e uma hora e meia de serviço — demanda que, segundo ele, atinge aproximadamente 25 clientes por mês.

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