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Quatro Rodas elege os três melhores SUVs até R$ 200 mil para comprar em 2026

Changan Uni-T lidera o ranking, seguido pelo Chery Tiggo 7 Pro e pelo Renault Boreal na disputa pelo melhor custo-benefício da categoria.

Atualizada em 23 de agosto de 2026 às 11:01· 59 leituras
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RANKING SUVs 2026

Os 3 melhores SUVs até R$ 200 mil para comprar em 2026

Quatro Rodas elege o pódio de custo-benefício da categoria — e um chinês lidera com folga.

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Quem busca um SUV sem gastar os R$ 200 mil disponíveis no orçamento tem uma boa notícia: a Quatro Rodas colocou o Caoa Changan Uni-T 1.5 no topo do seu ranking de melhores SUVs até esse teto de preço para 2026. Segundo a publicação, o modelo entrega bancos dianteiros elétricos e ventilados, teto solar panorâmico, ar-condicionado bizona com três fragrâncias e rodas aro 20" calçadas com pneus Pirelli P-Zero — tudo isso por um valor bem abaixo do limite da categoria. O motor é um 1.5 turbo flex de 180 cv, e a Quatro Rodas destaca que o carro já é fabricado no Brasil, na planta da Caoa em Anápolis (GO). Os pontos negativos apontados pela revista são a ausência de ajuste de profundidade na direção e as trocas lentas e hesitantes do câmbio de dupla embreagem de sete marchas.

Na segunda colocação, a Quatro Rodas posiciona o Caoa Chery Tiggo 7 Pro, equipado com motor 1.6 turbo de 180 cv. A revista aponta que, em relação à versão Sport da mesma família, o Pro agrega sistemas ADAS e ACC, retrovisor interno eletrocrômico, banco do carona elétrico e carregamento sem fio. A carroceria mais vertical é destacada como vantagem para o espaço traseiro, mas os custos de manutenção são classificados como elevados — o total de revisões até 60 mil km chega a R$ 6.888, e as peças somam R$ 14.401, conforme os dados levantados pela publicação.

Fechando o pódio, a Quatro Rodas coloca o Renault Boreal em terceiro lugar. A revista esclarece que a versão avaliada é a intermediária, sem câmera 360° nem teto solar, mas que ainda conta com frenagem de emergência, alerta de ponto cego e ACC. O motor é um 1.3 turbo de 163 cv — o menos potente do trio —, e o modelo não possui sistema de centralização em faixa. A grande vantagem do Boreal, segundo a Quatro Rodas, está nos custos de propriedade: é o mais barato de manter entre os três, com peças somando R$ 11.005 e desvalorização estimada em apenas 6%, bem abaixo dos 14% registrados pelos dois rivais chineses.

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