14 milésimos: a vitória de Senna no GP mais apertado da história da F1
Há 40 anos, Ayrton Senna cruzou a linha de chegada em Jerez com uma margem impossível de acreditar sobre Nigel Mansell.
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Era 13 de abril de 1986 quando a Fórmula 1 pisou pela primeira vez no circuito de Jerez de la Frontera, na Espanha. O que aquele domingo reservava, no entanto, ninguém poderia prever: segundo o UOL Carros, o Grande Prêmio da Espanha daquela temporada produziu um dos finais mais dramáticos em toda a história do automobilismo mundial.
Ayrton Senna cruzou a linha de chegada na frente de Nigel Mansell por uma margem de apenas 14 milésimos de segundo — uma diferença tão pequena que desafia a percepção humana. Conforme aponta o UOL Carros, tratava-se apenas da segunda etapa daquele campeonato, mas o resultado ficaria para sempre gravado nos livros de recordes da categoria.
O feito ganha ainda mais peso quando se considera o contexto: Jerez estreava no calendário da F1 naquela data, e o circuito espanhol ganhou sua batina de forma memorável. Para Senna, a vitória reforçava uma característica que se tornaria sua marca registrada — a capacidade de extrair o máximo em situações-limite, onde décimos e milésimos fazem toda a diferença entre o triunfo e a derrota.
Quatro décadas depois, segundo o UOL Carros, o GP da Espanha de 1986 permanece como referência absoluta quando o assunto é disputas acirradas na Fórmula 1 — um lembrete de que o automobilismo de ponta vive e morre nos detalhes mais imperceptíveis.

