Bugatti encerra era do W16 com modelo final da linhagem histórica
Motor de 16 cilindros que definiu uma geração chega ao fim enquanto a marca francesa prepara novo capítulo.
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Uma era está chegando ao fim na indústria automotiva de alto desempenho. Segundo o FlatOut, a Bugatti está se despedindo do lendário motor W16, configuração que se tornou sinônimo da marca francesa e que equipou modelos icônicos como o Veyron e o Chiron ao longo de mais de duas décadas.
O W16 é um motor de arquitetura única, com 16 cilindros dispostos em formato de W, capaz de entregar potências que chegaram a ultrapassar a marca de 1.500 cavalos. Conforme aponta o FlatOut, a unidade final equipada com esse propulsor representa não apenas o fim de uma linha de produção, mas o encerramento de um capítulo que redefiniu os limites do que um carro de rua poderia fazer.
A despedida do W16 abre espaço para questionamentos sobre o futuro da Bugatti. O FlatOut também destaca, em sua seleção de notícias do dia, a discussão em torno de novas tecnologias de combustíveis mais limpos — um tema que deve pautar os próximos movimentos da marca, assim como de toda a indústria de supercars que busca conciliar desempenho extremo com responsabilidade ambiental.
Para os apaixonados por automóveis de alto desempenho, o último Bugatti W16 representa muito mais do que um carro: é um artefato de engenharia que dificilmente terá equivalente nos próximos anos. A transição para novas arquiteturas de motorização, sejam híbridas ou movidas a combustíveis alternativos, marca o início de uma nova fase para a Bugatti e para o segmento de hipercars como um todo.

