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CEO da Bugatti defende motor a combustão como futuro dos superesportivos

Para o executivo da marca francesa, a eletrificação pode dominar o mercado de massa, mas os hipercars seguirão com motores tradicionais.

Atualizada em 26 de agosto de 2026 às 11:01· 36 leituras
CEO da Bugatti defende motor a combustão como futuro dos superesportivos

Enquanto montadoras ao redor do mundo correm para eletrificar seus modelos, a Bugatti nada contra a corrente. Segundo o Notícias Automotivas, o CEO da fabricante francesa declarou publicamente que o futuro dos carros superesportivos de alto nível sempre estará ligado ao motor a combustão — uma posição que vai de encontro à narrativa dominante da indústria automotiva global.

A lógica por trás da afirmação, conforme aponta o Notícias Automotivas, é que a eletrificação faz sentido para veículos de grande volume, onde eficiência energética e custo operacional pesam na decisão de compra. Já no segmento de hipercars, onde o cliente busca experiência sensorial, som e exclusividade acima de qualquer praticidade, o motor a combustão segue insubstituível na visão do executivo.

A declaração reacende um debate relevante no setor de luxo: até onde a pressão regulatória e ambiental conseguirá alcançar marcas que produzem dezenas — e não milhões — de unidades por ano. Segundo o Notícias Automotivas, a Bugatti se posiciona como guardiã de uma tradição mecânica que, para ela, não tem equivalente elétrico à altura.

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