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Daihatsu testa motor que queima amônia e hidrogênio sem precisar de tanque de alta pressão

Fabricante japonesa desenvolve tecnologia que gera hidrogênio a bordo a partir da amônia, eliminando o armazenamento pressurizado.

Atualizada em 15 de outubro de 2026 às 11:11· 3 leituras
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Daihatsu testa motor que queima amônia sem tanque de alta pressão

Hidrogênio gerado a bordo, na hora do uso — sem infraestrutura pressurizada.

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A Daihatsu está desenvolvendo uma abordagem inédita para o uso do hidrogênio em motores de combustão interna. Segundo o Notícias Automotivas, a montadora japonesa testa um sistema que utiliza amônia como combustível de base — e a decompõe quimicamente a bordo do próprio veículo para gerar hidrogênio na hora do uso, dispensando o tanque de alta pressão que equipamentos como o Toyota Mirai exigem.

A solução é relevante porque um dos maiores obstáculos à adoção do hidrogênio veicular é justamente o armazenamento: tanques pressurizados são caros, pesados e exigem infraestrutura especializada para abastecimento. Conforme aponta o Notícias Automotivas, a amônia (NH₃) é mais fácil de armazenar e transportar do que o hidrogênio puro, e pode ser convertida em H₂ por meio de um processo de decomposição catalítica — o que torna a cadeia logística potencialmente mais simples.

O Notícias Automotivas destaca que a Daihatsu conduz os testes com um motor de combustão convencional adaptado, avaliando desempenho, emissões e viabilidade do sistema de reforma da amônia integrado ao veículo. A tecnologia ainda está em fase experimental, mas representa uma das apostas mais originais da indústria para descarbonizar motores a combustão sem depender de baterias ou células de combustível tradicionais.

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