Fiat revela Grizzly e Grizzly Fastback em Paris e antecipa futuros Pulse e Fastback no Brasil
Os dois SUVs globais estrearam no Salão de Paris e chegam ao mercado brasileiro a partir de 2027, com plataforma renovada e visual inspirado no Grande Panda.
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A Fiat usou o Salão de Paris para mostrar ao mundo os dois SUVs que vão redesenhar sua linha no Brasil. Segundo o Jornal do Carro, os modelos batizados de Grizzly e Grizzly Fastback são os sucessores diretos do Pulse e do Fastback, respectivamente, e integram uma nova família global da marca. As estreias brasileiras, conforme aponta a publicação, devem começar em 2027 com o Grizzly — o equivalente ao atual Pulse — enquanto o Fastback só chegaria por aqui em 2029. Nenhuma das datas foi confirmada oficialmente pela Fiat.
Os dois modelos compartilham a plataforma Smart Car, da família CMP, a mesma arquitetura que sustenta o novo Argo X brasileiro, derivado do Grande Panda europeu. O Jornal do Carro destaca que essa base é compatível com motores a combustão, sistemas híbridos e propulsão totalmente elétrica, o que dá à Fiat flexibilidade para adaptar cada versão ao mercado local. Em termos de tamanho, o Grizzly mede 4,39 metros de comprimento, enquanto o Grizzly Fastback chega a 4,49 metros e, de acordo com o comunicado de apresentação citado pela reportagem, oferece porta-malas de 600 litros.
Visualmente, os dois seguem a linguagem geométrica inaugurada pelo Grande Panda, com linhas retas, recortes angulares e iluminação em estilo pixel. A diferença entre eles está na silhueta: o Grizzly tem teto mais horizontal e traseira vertical, priorizando espaço interno, enquanto o Fastback mantém o perfil cupê com caimento acentuado do teto. Por dentro, o Jornal do Carro aponta que a oferta europeia inclui tela multimídia de 10,25 polegadas, carregamento por indução, console elevado, faróis full LED e rodas de 18 polegadas.
Na Europa, os compradores terão três opções de motorização: um motor a gasolina de 100 cv com câmbio manual, um híbrido leve de 145 cv com transmissão automática e uma versão elétrica com autonomia de até 400 km pelo ciclo WLTP. Para o Brasil, contudo, o Jornal do Carro indica que a aposta segue nos motores turbo flex — com possibilidade de sistema híbrido leve de 12 volts e câmbio CVT de sete marchas simuladas para o Fastback —, sem previsão de versões elétricas no mercado nacional por enquanto.
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