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Honda WR-V EX: quanto custa manter o SUV compacto de R$ 149 mil?

Revisões, seguro e peças somam valores que o comprador precisa conhecer antes de fechar negócio.

Atualizada em 25 de agosto de 2026 às 09:16· 35 leituras
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CUSTO DE PROPRIEDADE

Honda WR-V EX: quanto custa manter o SUV de R$ 149 mil?

Revisões, seguro e peças — os números que você precisa ver antes de assinar.

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O Honda WR-V chegou ao mercado no fim de 2022 como mais uma aposta da marca no disputado segmento de SUVs compactos. A Quatro Rodas aponta que o modelo abriu o ano na 31ª posição do ranking geral de emplacamentos, com 1.812 unidades registradas segundo a Fenabrave — números modestos, mas que refletem uma estreia ainda em fase de aquecimento. O preço da versão de entrada EX é de R$ 149.000, e entender o custo total de propriedade é tão importante quanto avaliar o carro em si.

No aspecto mecânico, a Quatro Rodas destaca que o WR-V mantém o motor 1.5 aspirado com injeção direta flex, entregando 126 cv e 15,8 kgfm de torque, combinado a um câmbio CVT que simula sete marchas. Nos testes de pista da publicação, o SUV foi de 0 a 100 km/h em 11,4 segundos, resultado que o coloca ligeiramente à frente do HR-V. O consumo medido ficou em 12,1 km/l na cidade e 14,0 km/l na estrada — números razoáveis para um veículo desta categoria.

Quando o assunto é custo de manutenção, a Quatro Rodas levantou que as revisões até 60.000 km somam R$ 6.077, o seguro anual fica em torno de R$ 2.546 e a cesta de peças avaliada chegou a R$ 15.051 — este último item o mais expressivo e que merece atenção do comprador na hora de planejar o orçamento. Em compensação, o WR-V oferece 458 litros de porta-malas, superando rivais diretos e até o próprio HR-V, além de equipamentos de segurança como frenagem autônoma e piloto automático adaptativo já na versão de entrada.

A Quatro Rodas também aponta as concessões feitas para viabilizar o preço: o interior usa plásticos duros sem revestimento macio, não há o sistema Magic Seat de rebatimento modular dos bancos, o freio de estacionamento é manual e o isolamento acústico lembra o do sedã City. São escolhas que fazem sentido para quem prioriza espaço e tecnologia de segurança, mas que podem decepcionar quem espera um acabamento mais sofisticado pelo valor pedido.

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