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Líquido de arrefecimento: por que cuidar do sistema vai muito além de completar o reservatório

Negligenciar a manutenção do fluido de arrefecimento pode causar superaquecimento, corrosão interna e danos sérios ao motor.

Atualizada em 20 de outubro de 2026 às 11:09· 1 leituras
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MANUTENÇÃO

Completar o reservatório não é suficiente

O fluido de arrefecimento protege contra corrosão, lubrifica a bomba d'água e evita danos sérios ao motor.

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Muitos motoristas acreditam que manter o nível do reservatório de água é suficiente para garantir a saúde do sistema de arrefecimento. Segundo o UOL Carros, essa visão simplificada pode custar caro: o fluido de arrefecimento tem funções que vão muito além de resfriar o motor, atuando também na proteção contra corrosão, na lubrificação da bomba d'água e na prevenção de congelamento em regiões frias.

O portal aponta que o produto correto a ser usado é uma mistura de água destilada com aditivo concentrado — o chamado anticongelante —, e não apenas água pura da torneira. A água comum contém minerais que aceleram a oxidação das peças metálicas do sistema, como radiador, mangueiras e o próprio bloco do motor. Além disso, o UOL Carros destaca que cada fabricante especifica um tipo de aditivo compatível com os materiais usados no veículo, e misturar produtos diferentes pode anular a proteção química.

A troca periódica do fluido é outro ponto ignorado pela maioria. Conforme o UOL Carros, com o tempo o aditivo perde suas propriedades anticorrosivas e o pH da mistura se altera, tornando o líquido agressivo ao invés de protetor. O intervalo de substituição varia conforme o fabricante, mas costuma ficar entre dois e cinco anos ou a cada 40 mil a 80 mil quilômetros rodados. Ignorar esse prazo pode resultar em entupimento do radiador, falha no termostato e, nos casos mais graves, trincas no cabeçote por superaquecimento.

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