Ram Rampage Rebel 2.2 turbodiesel: mais potência, eficiência e praticidade urbana
Com o novo motor 2.2 Pratola Serra de 200 cv, a picape da Ram acelera de 0 a 100 km/h em 9,9 s, conquista nota 'A' no Inmetro e amplia vantagem sobre rivais na caçamba
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A Ram Rampage Rebel ganhou um coração novo — e a diferença se sente desde os primeiros metros. Segundo a Auto+, a substituição do antigo 2.0 Multijet II pelo 2.2 Pratola Serra elevou a potência de 170 cv para 200 cv e o torque de 38,8 kgfm para 45,9 kgfm, resultando em uma relação peso-potência de 9,76 kg/cv e peso-torque de 42,5 kg/kgfm. O resultado prático, de acordo com a publicação, é um 0 a 100 km/h em 9,9 segundos — ante os 10,9 s do motor anterior — e velocidade máxima de 196 km/h, conforme dados fornecidos pela fabricante e apurados pelo Jornal do Carro.
A mudança de propulsor não é apenas sobre desempenho. O Jornal do Carro aponta que a reformulação da linha 2025 foi motivada, em boa parte, pelas exigências do Proconve L8, norma de emissões que entra em vigor em janeiro do próximo ano e impõe critérios mais rigorosos de poluentes e consumo. Com o novo conjunto mecânico, a Rampage conquistou nota 'A' no Inmetro, com médias de 10,6 km/l no ciclo urbano e 13,3 km/l na estrada, segundo a publicação.
O câmbio automático de nove marchas também recebeu ajuste: o Jornal do Carro destaca que a transmissão adotou um diferencial 14% mais longo, o que permite reduzir as rotações do motor em diferentes velocidades e contribui para a eficiência. As trocas acontecem sem atraso perceptível, mantendo a rotação constante — e as borboletas ao volante ficam à disposição para quem prefere conduzir de forma mais ativa, como já observava a Auto+.
A Auto+ destaca que o novo motor opera com surpreendente suavidade: sem a típica castanhada do diesel em marcha lenta e com baixa vibração, o que contribui para o conforto acústico a bordo. O Jornal do Carro reforça esse ponto ao relatar que, mesmo em altas rotações durante o test-drive no Circuito Panamericano, o isolamento acústico da cabine permite que os ocupantes conversem sem precisar elevar a voz — embora o ronco do motor se faça presente quando solicitado com mais vigor.
Na pista, o Jornal do Carro observou que a Rampage responde com agilidade já nos baixos giros e mantém comportamento dinâmico equilibrado, com rolagem de carroceria em curvas esperada para o segmento, mas sem comprometer o conforto. A suspensão independente McPherson com barra estabilizadora na dianteira e multibraço independente na traseira segue o mesmo esquema da geração anterior. Na linha 2025, todos os modelos turbodiesel passam a rodar com pneus 235/65 R17, conforme apurado pela publicação.
No quesito praticidade urbana, a Auto+ aponta que a Rampage acerta ao manter dimensões administráveis — 5,02 m de comprimento, 1,88 m de largura e entre-eixos de 2,99 m —, facilitando a convivência no trânsito das cidades. A caçamba, com 980 litros de capacidade volumétrica e carga útil de 1.015 kg, supera concorrentes diretas: a Fiat Toro oferece 937 litros e 670 kg, enquanto a Ford Maverick Tremor entrega 943 litros e apenas 550 kg de carga útil, conforme os dados levantados pela publicação.
A Auto+ ainda compara o desempenho da Rampage Rebel 2.2 ao do Jeep Commander Overland com o mesmo motor, que apresenta números praticamente idênticos — 9,72 kg/cv e 42,3 kg/kgfm —, reforçando que a picape e o SUV compartilham a plataforma Small Wide e entregam experiências dinâmicas semelhantes. O 2.2 turbodiesel também equipa a Fiat Toro, a Fiat Titano e a Ram Dakota, consolidando o propulsor como referência no segmento de utilitários médios da Stellantis no Brasil. Vale lembrar que a Rampage é fabricada em Goiana (PE), na mesma planta que produz os Jeep Renegade, Compass e Commander e a Fiat Toro, conforme registra o Jornal do Carro.
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