Saveiro ultrapassa Strada e vira a picape mais roubada de São Paulo
Ranking da SSP-SP mostra virada no topo dos furtos e roubos de picapes na capital paulista entre janeiro e julho deste ano.
Toque pra navegar · resumo gerado dos dados da matéria
A Volkswagen Saveiro assumiu o posto de picape mais roubada na cidade de São Paulo e na Região Metropolitana. Segundo o Jornal do Carro, do Estadão, a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) divulgou um relatório cobrindo o período de janeiro a julho deste ano, e os números mostram que o modelo saltou de 339 para 530 registros de roubo e furto — desbancando a Fiat Strada, que liderava o levantamento anterior com 638 ocorrências e agora aparece em terceiro lugar, com 363 casos. Entre as duas, a Fiat Toro ocupa a segunda posição, com 514 incidentes, enquanto a Toyota Hilux fecha o top 4, mesmo tendo reduzido seus números de 239 para 158 casos, conforme aponta o Jornal do Carro.
Apesar da troca de liderança, o Jornal do Carro destaca que o total geral de ocorrências caiu cerca de 5% na comparação anual, passando de 2.136 para 2.028 registros. A quinta picape mais roubada foi a Mitsubishi L200, com 71 sinistros — curiosamente, Ford Ranger e Mitsubishi Triton, que figuram entre as cinco mais vendidas do país segundo dados do Renavam compilados pela Fenabrave, ficaram de fora do topo do ranking de crimes.
No recorte geográfico, o Jornal do Carro aponta que o bairro do Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo, passou a concentrar o maior número de ocorrências envolvendo picapes, com 70 incidentes. Vila Mariana manteve a segunda posição, enquanto o Ipiranga, que liderava no período anterior com 55 casos, recuou para terceiro com 42 registros. Na Região Metropolitana, Guarulhos, Santo André e São Bernardo do Campo seguem como os municípios mais críticos fora da capital, embora todos tenham registrado queda nos números.
O relatório da SSP-SP também revela o perfil dos crimes: segundo o Jornal do Carro, o furto — modalidade em que o veículo é levado sem confronto direto com a vítima — representa 92,8% dos casos, enquanto os roubos respondem por apenas 7,2%. As quartas-feiras à noite concentram o maior volume de ocorrências, ao passo que os domingos são os dias com menor incidência.
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