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Waymo leva seus táxis autônomos para Nova York em setembro e enfrenta o maior teste de sua história

Oito unidades do Jaguar I-Pace vão circular por Manhattan e Brooklyn, onde o caos do trânsito coloca à prova qualquer tecnologia de direção autônoma.

Atualizada em 14 de setembro de 2026 às 17:05· 4 leituras
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Waymo leva seus táxis autônomos para Nova York em setembro

8 Jaguar I-Pace vão enfrentar o caos de Manhattan e Brooklyn — o maior teste da história da empresa.

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A Waymo decidiu encarar o desafio mais difícil do transporte urbano americano: operar seus robotáxis nas ruas de Nova York. Segundo o Jornal do Carro, serão oito unidades do Jaguar I-Pace circulando por Manhattan e Brooklyn a partir de setembro — um salto considerável em relação às cidades onde a empresa já atua, como São Francisco, Phoenix e Austin, ambientes muito mais previsíveis e controláveis.

O Jornal do Carro destaca que Nova York representa um cenário radicalmente diferente: pedestres que atravessam fora das faixas, ciclistas em todas as direções, buzinas constantes e carros parados nos lugares mais improváveis. Para justificar a aposta, a empresa cita dados internos que apontam 88% menos acidentes com ferimentos em seus veículos em comparação com carros conduzidos por humanos — números que, se confirmados em campo, reforçariam o argumento de que a tecnologia já superou o motorista comum em termos de segurança.

A movimentação da Waymo acontece num momento em que a concorrência também acelera. O Jornal do Carro aponta que a Tesla avança com seus próprios robotáxis, já lançados em Austin e com expansão para novas cidades no horizonte. Ainda assim, o ex-CEO da Waymo, John Krafcik, foi direto ao criticar o rival: segundo ele, a necessidade de um motorista de apoio nos veículos da Tesla indica que a tecnologia ainda não atingiu autonomia real de fato.

Para a Waymo, conquistar Nova York vai além de um marco operacional. Como ressalta o Jornal do Carro, um bom desempenho na cidade serve como argumento concreto para expandir o serviço a outros centros urbanos nos Estados Unidos — e como resposta definitiva aos céticos. Afinal, se um carro sem motorista consegue sobreviver ao trânsito nova-iorquino, fica difícil argumentar que ele não consegue funcionar em qualquer outro lugar.

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