TROKDCARRO
Outros

Cinco marcas que você deve evitar na hora de comprar um carro usado

Da chinesa Lifan à indiana Mahindra, fabricantes que saíram do Brasil deixaram proprietários sem peças, sem rede e com carros desvalorizados.

Atualizada em 8 de novembro de 2026 às 11:09· 10 leituras
TROKDCARRO
Notícia
CARROS USADOS

5 marcas que você deve evitar no mercado de seminovos

Fabricantes que saíram do Brasil deixaram donos sem peças, sem rede e com carros desvalorizados.

TROKDCARRO
deslize →

Toque pra navegar · resumo gerado dos dados da matéria

Comprar um carro usado pode virar um pesadelo quando o fabricante simplesmente deixou de existir no Brasil. Segundo a Auto+, há pelo menos cinco marcas que exigem cautela redobrada no mercado de seminovos — a maioria encerrou operações ou decretou falência no país, deixando proprietários sem assistência técnica e sem peças de reposição.

A Auto+ aponta a Lifan como um dos casos mais emblemáticos: pioneira entre as chinesas em volume de vendas no Brasil, a marca saiu do mercado deixando uma frota desassistida. Modelos como o sedan 530 e o compacto 320 já sofriam críticas por dirigibilidade ruim e pintura fraca; agora, sem peças originais disponíveis, o desgaste mecânico e de funilaria se acelera. Situação parecida enfrenta a Seres, que chegou em 2023 prometendo SUVs elétricos desenvolvidos com a Huawei e logo interrompeu as operações — a publicação destaca que danos estéticos simples chegaram a resultar em perda total decretada por seguradoras, tamanha a escassez e o custo das peças. Já a Neta, segundo a Auto+, limitou-se a importar o hatch Aya e o SUV X antes de ver sua matriz chinesa entrar em crise financeira; boa parte do estoque remanescente foi parar em frotas de locação, o que compromete ainda mais a liquidez no mercado de usados.

A indiana Mahindra e a Chery pré-CAOA completam a lista. A Auto+ lembra que os utilitários Scorpio da Mahindra tinham mecânica turbodiesel robusta, mas sofreram rejeição pelo acabamento interno simples e pela rede de concessionárias enxuta, o que acelerou a depreciação. No caso da Chery, a ressalva vale apenas para os modelos anteriores à parceria com o grupo CAOA — QQ, Celer, Face e Cielo apresentam fragilidades de construção e peças cada vez mais difíceis de encontrar. A exceção dentro da fase inicial, conforme a reportagem, é o Tiggo de primeira geração, cujas origens mecânicas inspiradas em componentes Toyota o tornam menos problemático do que os demais da época.

Fontes

Notícias relacionadas