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Volkswagen Tayron PHEV: o sucessor do Tiguan Allspace de sete lugares que a VW não quer que você esqueça

SUV grande da Volkswagen chega com motorização híbrida plug-in, até 126 km de autonomia elétrica e promete preencher o vazio deixado pelo Allspace no mercado brasileiro.

Atualizada em 2 de novembro de 2026 às 09:01· 7 leituras
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SUV HÍBRIDO PLUG-IN

O Tayron PHEV é o novo Allspace que a VW preparou para o Brasil

Sete lugares, 126 km elétricos e 900 km de autonomia total no sucessor espiritual do Tiguan Allspace.

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O Volkswagen Tiguan Allspace sumiu das configurações globais da marca, mas seu espírito de SUV grande com sete lugares não foi enterrado — apenas rebatizado. Segundo a Auto+, o Tayron é exatamente o que o Allspace representava: um utilitário espaçoso, com terceira fileira de bancos e visual próximo ao que os brasileiros conheciam. A diferença é que, na versão PHEV avaliada pela publicação, os sete lugares ficam de fora — a bateria ocupa o espaço do banco do fundão.

No coração do Tayron PHEV está uma combinação de motor 1.5 eTSI turbo de quatro cilindros com um conjunto elétrico de 115 cv, resultando em potência combinada de 204 cv ou 272 cv dependendo da configuração, conforme aponta a Auto+. A bateria de 25,7 kWh garante até 126 km de autonomia elétrica e, com o tanque cheio, o SUV consegue percorrer 900 km — um número que rivaliza diretamente com a estratégia dos híbridos chineses, que o veículo imita na lógica de gerenciamento dos dois sistemas de propulsão.

A Auto+ destaca que o ponto alto do Tayron PHEV está justamente na transição entre elétrico e combustão: suave, sem trancos, com o motor a gasolina se fazendo presente apenas pelo som característico da marca. O acerto de suspensão, segundo a publicação, combina firmeza esportiva — herança do DNA Volkswagen — com boa capacidade de absorção de imperfeições, tornando a condução agradável mesmo em trechos irregulares. Os sistemas ADAS também recebem elogios da Auto+, que os descreve como auxiliares naturais, longe da intrusividade criticada em concorrentes asiáticos.

O interior, conforme observa a Auto+, é praticamente idêntico ao do Tiguan atual, com mesmo painel, telas e acabamento. Para um carro que, no Brasil, facilmente custaria R$ 300 mil, a percepção de valor pode ser questionada — mas a equação mecânica e a herança de um nome querido pelo público nacional colocam o Tayron como candidato relevante no segmento de SUVs grandes eletrificados.

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