Blitz com bafômetro: o que o motorista pode e não pode fazer quando é abordado
Entender seus direitos e obrigações na fiscalização de trânsito pode evitar multas, apreensão do veículo e até prisão.
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Ser parado em uma blitz de trânsito pode gerar dúvidas — e agir errado nesse momento tem consequências sérias. Segundo o UOL Carros, há cinco pontos fundamentais que todo motorista brasileiro deveria conhecer antes de encarar uma fiscalização com bafômetro, especialmente diante do endurecimento da Lei Seca nos últimos anos.
O primeiro ponto, de acordo com o UOL Carros, é que o teste do bafômetro não é obrigatório — o motorista pode recusar soprar o aparelho. No entanto, a recusa não livra ninguém de punição: ela equivale, na prática, à confirmação de embriaguez para fins administrativos, resultando em multa gravíssima, suspensão da habilitação e apreensão do veículo. A saída para quem recusa o bafômetro é aceitar outros meios de comprovação, como exame clínico ou vídeo que registre sinais evidentes de embriaguez.
O UOL Carros também destaca que qualquer concentração de álcool acima de 0,05 mg por litro de ar expelido já configura infração administrativa, enquanto acima de 0,34 mg/l o caso passa a ser crime, com pena de detenção de seis meses a três anos. Isso significa que mesmo uma dose única pode colocar o motorista no limite legal, dependendo do peso corporal e do metabolismo. A orientação dos especialistas ouvidos pela publicação é direta: se bebeu, não dirija — não existe margem segura para quem quer evitar riscos legais e físicos.

