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Bugatti Veyron: o carro que o mundo criticou e a história absolveu

Tachado de excessivo e pesado quando surgiu, o Veyron é hoje reconhecido como um marco revolucionário da engenharia automotiva.

Atualizada em 30 de setembro de 2026 às 09:07· 1 leituras
Bugatti Veyron: o carro que o mundo criticou e a história absolveu

O tempo costuma ser o juiz mais honesto do automobilismo, e o Bugatti Veyron é prova disso. Segundo o FlatOut, quando o hipercarro foi apresentado há mais de duas décadas, a recepção estava longe de ser unânime: muitos o atacavam por ser excessivo demais, pesado demais e caro demais — como se esses adjetivos fossem defeitos em um carro que redefiniu os limites do possível.

O FlatOut reconhece, em tom de mea-culpa, que as críticas da época não faziam jus ao que o Veyron representava. O carro chegou ao mundo com um motor W16 de 1.001 cavalos numa era em que isso soava absurdo, e foi justamente esse 'absurdo' que forçou a indústria inteira a repensar o que um automóvel de produção poderia ser. O que parecia exagero virou referência.

Com o distanciamento dos anos, o site aponta que o Veyron ganhou uma aura que poucos contemporâneos conquistaram. Carros que foram celebrados na mesma época já caíram no esquecimento, enquanto o Bugatti segue sendo estudado, colecionado e admirado — o tipo de trajetória reservada às obras que chegam antes do tempo. A maturidade do olhar automotivo acabou fazendo o que os números de desempenho já tentavam dizer desde o início.

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