Honda CG 160 usada: o que verificar antes de comprar e quais problemas são mais comuns
Jornal do Carro lista os principais pontos de atenção para quem quer adquirir a moto mais vendida da história do Brasil no mercado de segunda mão.
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A Honda CG é o veículo motorizado mais vendido de todos os tempos no Brasil — mais de 16 milhões de unidades fabricadas desde 1976 —, e essa popularidade se reflete diretamente no mercado de usados, onde o modelo também lidera as buscas há décadas. Segundo o Jornal do Carro (Estadão), a robustez e a manutenção acessível são os principais atrativos da linha, mas isso não significa que uma unidade seminova esteja livre de defeitos. A publicação inaugura uma série de guias de compra justamente com a CG 160, escolha que faz sentido pela relevância do modelo e pela quantidade de exemplares em circulação.
O Jornal do Carro aponta cinco problemas recorrentes relatados por proprietários e oficinas: ruídos nas válvulas por falta de regulagem periódica, consumo de óleo acima do esperado em motos de uso intenso, desgaste prematuro em componentes do câmbio (identificável por ronco durante a condução), falhas no sensor híbrido do corpo de injeção — que causam oscilações na marcha lenta e respostas irregulares ao acelerador — e desgaste acelerado das pastilhas dianteiras nas versões com freios CBS. A recomendação é ligar a moto com o motor frio para ouvir possíveis barulhos e fazer um test ride que inclua baixas rotações e retomadas.
Além dos pontos específicos da CG, o Jornal do Carro elenca um checklist geral válido para qualquer moto usada: inspecionar o chassi em busca de soldas ou deformações, checar suspensão e freios, avaliar o estado dos pneus e dos rolamentos das rodas, testar todo o sistema elétrico e, principalmente, verificar a documentação — multas, débitos, restrições e histórico de leilão. No campo financeiro, a publicação levanta faixas de preço de peças comuns: pastilha de freio dianteira entre R$ 40 e R$ 230, lona traseira entre R$ 35 e R$ 90, e kit de relação (corrente, coroa e pinhão) a partir de R$ 150, com variação conforme a região e a escolha entre peças originais ou paralelas.
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