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VW Tukan não é a Tarok que o Brasil esperava: veja o que mudou

Conceito de 2018 era maior, tinha tração integral e mais sofisticação; picape de série sacrificou tudo isso para caber no bolso.

Atualizada em 20 de setembro de 2026 às 13:01· 3 leituras
VW Tukan não é a Tarok que o Brasil esperava: veja o que mudou

Quando a Volkswagen apresentou o conceito Tarok em 2018, a empolgação foi imediata: uma picape compacta, com tração integral e visual arrojado que parecia pronta para sair de linha. Seis anos depois, o que chegou ao mercado foi a Tukan — e, segundo o Motor1 Brasil, as diferenças entre o sonho e a realidade são consideráveis.

O Motor1 Brasil aponta que o conceito Tarok era um veículo maior e mais sofisticado, com tração 4x4 e acabamento premium que justificavam o entusiasmo gerado na época. A Tukan de série, por outro lado, é uma picape mais compacta, com tração simples e especificações enxutas — escolhas que, conforme a publicação explica, foram feitas deliberadamente para reduzir custos de produção e tornar o modelo viável comercialmente.

De acordo com o Motor1 Brasil, a estratégia da VW foi priorizar acessibilidade em vez de replicar fielmente o conceito original. Isso significa que compradores que aguardavam uma picape com capacidade off-road mais robusta e tecnologia de ponta precisarão rever as expectativas. A Tukan mira um público diferente do que a Tarok sugeria — consumidores que buscam praticidade urbana e custo de entrada menor, não aventura fora do asfalto.

O resultado, segundo o Motor1 Brasil, é um produto que faz sentido do ponto de vista industrial, mas que inevitavelmente decepciona quem se apaixonou pelo conceito de 2018. A Tukan é uma picape real e viável; a Tarok era um desejo. E, como costuma acontecer no desenvolvimento automotivo, o caminho entre os dois raramente é uma linha reta.

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