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Preços & FIPE

As dez motos mais caras à venda no Brasil em 2026

Ranking pela Tabela FIPE aponta três modelos acima de R$ 300 mil e revela que preço alto tem mais a ver com conforto do que com potência.

Atualizada em 26 de setembro de 2026 às 11:06· 2 leituras
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RANKING FIPE 2026

As motos mais caras do Brasil passam de R$ 300 mil

Tabela FIPE de setembro revela o top 10 — e o preço tem mais a ver com conforto do que com potência.

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Três motos 0 km vendidas no Brasil ultrapassam a marca de R$ 300 mil quando avaliadas pela Tabela FIPE de setembro de 2026, segundo o Jornal do Carro. A referência foi escolhida justamente para nivelar a comparação, já que cada fabricante adota critérios próprios na hora de divulgar seus preços. Ficaram de fora motos de pista, séries limitadas e importações paralelas — apenas modelos regulares, homologados e disponíveis atualmente no mercado nacional entraram na lista.

O topo do ranking pertence à Honda, com a Gold Wing 1800 Tour/50 anos avaliada em R$ 338.429, de acordo com o Jornal do Carro. A moto reúne motor de seis cilindros com 126 cv, câmbio de dupla embreagem, airbag, marcha a ré e 121 litros de espaço para bagagem. Na segunda posição aparece a BMW K 1600 GTL, cotada em R$ 324.978, com 160 cv e suspensão eletrônica adaptativa. O bronze fica com a Harley-Davidson CVO Street Glide Limited, a R$ 315.118, equipada com bancos aquecidos, navegação e som com seis alto-falantes.

O Jornal do Carro destaca que a Harley-Davidson domina o levantamento ao ocupar seis das dez posições — incluindo a CVO Road Glide ST (R$ 289.950), a Street Glide Limited (R$ 239.886), a Road Glide Limited (R$ 237.316), a Road Glide (R$ 206.085) e a Street Glide (R$ 199.199). As únicas esportivas da lista são a Honda CBR1000RR-R Fireblade SP, em sétimo lugar com R$ 220.000 e 215 cv, e a Ducati Panigale V4 S, em oitavo com R$ 209.288 e 216 cv — a mais potente de todo o ranking.

A conclusão do levantamento é reveladora: oito dos dez modelos foram projetados para o conforto em viagens longas, não para o desempenho máximo. Conforme aponta o Jornal do Carro, preço elevado no segmento de motos premium está muito mais associado a tecnologia de bordo, isolamento acústico, sistemas de suspensão eletrônica e capacidade de bagagem do que a cavalos de potência.

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