Honda City 2027 chega com versão RS e tela nova, mas sem mudanças mecânicas
Colunista avalia o compacto renovado em viagem de São Paulo a São Roque e aponta consumo impressionante, mas identifica incômodo na câmera de ré.
Toque pra navegar · resumo gerado dos dados da matéria
O Honda City chega ao ano-modelo 2027 sem alterações no conjunto mecânico, mas com novidades de equipamento e uma inédita versão RS do hatch. Segundo o colunista Fernando Calmon, da Autos Segredos, a Honda promoveu uma avaliação preliminar das versões em rápida viagem de São Paulo a São Roque (SP), suficiente para as primeiras impressões sobre o compacto que acumula quase 250 mil unidades vendidas desde seu lançamento, em 2009.
O motor flex 1.5 L de quatro cilindros, com 126 cv e câmbio CVT, segue sem alterações. Calmon observa que, na prática, a diferença de desempenho em relação aos motores 1.0 turbo que dominam o segmento não é tão expressiva — e que, em acelerações mais exigidas, o nível de ruído sobe um pouco acima dos rivais turbinados. O ponto alto ficou com o consumo: mesmo em trechos mais exigidos, a média ficou entre 16 e 17 km/L pelo computador de bordo, resultado que o colunista classifica como muito bom.
No campo dos equipamentos, a Autos Segredos destaca a nova tela multimídia de 10 polegadas, que permite controle de volume pelo toque nas bordas da tela sem abrir mão dos botões físicos, além de suporte a Android Auto e Apple CarPlay sem fio. A versão RS do hatch se diferencia visualmente com teto e carcaças dos retrovisores em preto perolizado, sem qualquer mudança técnica. O hatch também mantém o Magic Seat da Honda, com quatro configurações do banco traseiro. O único incômodo relatado foi a câmera de ré, cuja imagem ocupa toda a tela e sobrepõe o mapa do Waze ou Google Maps ao acionar a seta direita.
Os preços partem de R$ 117.700 tanto para o hatch quanto para o sedã. Segundo Calmon, o sedã responde por cerca de 70% das vendas do modelo, enquanto o hatch fica com os 30% restantes. A linha 2027 chega numa faixa que o colunista considera desafiadora diante do avanço dos compactos 1.0 turbo, que além de desempenho competitivo ainda levam vantagem tributária.
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