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BYD Dolphin Mini cresce, ganha motor traseiro e mira rival chinês na nova geração

Hatch elétrico chega à segunda geração com mais potência, suspensão independente e carregamento ultrarrápido — mas o modelo atual segue à venda.

Atualizada em 28 de outubro de 2026 às 11:17· 6 leituras
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NOVA GERAÇÃO

Dolphin Mini cresce, ganha motor traseiro e mira rival chinês

Segunda geração chega com mais potência, suspensão independente e carregamento ultrarrápido.

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A segunda geração do BYD Dolphin Mini — conhecido na China como Seagull — acaba de estrear no mercado chinês com mudanças profundas em relação ao modelo que os brasileiros já conhecem. Segundo a Quatro Rodas, o carro cresceu 42 centímetros no comprimento, chegando a 4,20 metros, ficou 10 centímetros mais largo e ganhou entre-eixos 15 centímetros maior, atingindo 2,65 metros. O objetivo declarado é disputar espaço com o Geely EX2, um dos hatches elétricos mais vendidos na China.

A Quatro Rodas aponta que a principal mudança mecânica é a migração do motor para o eixo traseiro, acompanhada da troca da suspensão de eixo de torção por uma arquitetura multilink independente. Há duas opções de propulsor: 114 cv ou 127 cv, ambas com torque de 13,2 kgfm. Para efeito de comparação, o Dolphin Mini vendido no Brasil entrega apenas 75 cv. As baterias Blade de segunda geração vêm em capacidades de 30,1 kWh e 39,2 kWh, com autonomias de 320 km e 420 km pelo ciclo chinês CLTC — bem acima dos 280 km homologados no Brasil. Com a versão maior, o site Auto Review, citado pela Quatro Rodas, informa que o carro vai de 10% a 70% de carga em apenas 5 minutos graças à tecnologia Flash Charging.

O interior também evoluiu de forma considerável. De acordo com a Quatro Rodas, a central multimídia pode ter tela de 12,8 ou 15,6 polegadas conforme a versão, e o painel dispensa tela de instrumentos dedicada, adotando visual mais limpo com botões físicos. O site Car News China, mencionado pela publicação, destaca itens incomuns para o segmento: banco do motorista com função de massagem e dois compartimentos secretos sob os bancos traseiros. O porta-malas comporta 380 litros, expandíveis a 1.380 litros com os bancos rebatidos. Sobre o teto, um sensor LiDAR habilita recursos de direção autônoma urbana, como reconhecimento de semáforos com contagem regressiva e desvio de obstáculos.

A Quatro Rodas ressalta que as duas gerações do Dolphin Mini devem coexistir por algum período. Ainda não há confirmação de quando — ou se — a nova versão chegará ao Brasil.

Fontes

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