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Cinco pontos que você deve checar antes de comprar um carro usado ou seminovo

Do histórico documental à avaliação mecânica independente, saiba o que não pode ser ignorado na hora de fechar negócio.

Atualizada em 28 de outubro de 2026 às 13:14· 7 leituras

Aparência impecável não é garantia de bom negócio. Segundo o Jornal do Carro, do Estadão, um veículo com pintura brilhante e interior bem conservado pode esconder problemas mecânicos sérios, reparos estruturais mal executados ou pendências documentais que inviabilizam a transferência. Por isso, a recomendação da publicação é clara: avalie o que o carro pode estar escondendo, não apenas o que os olhos enxergam.

O primeiro passo, de acordo com o Jornal do Carro, é pesquisar o histórico do veículo antes mesmo de ir vê-lo pessoalmente. Isso inclui verificar restrições administrativas, financeiras e judiciais, além de checar registros de sinistro, passagem por leilão e histórico de roubo ou furto — informações disponíveis em órgãos oficiais como o Detran. Na inspeção presencial, a publicação orienta a observar desalinhamentos na lataria, diferenças de tonalidade na pintura e sinais de corrosão, que podem indicar desde retoques estéticos até danos estruturais graves. Nesses casos, a avaliação por um profissional qualificado é indispensável.

No campo mecânico, o Jornal do Carro destaca que motor, câmbio, suspensão, freios e sistema de arrefecimento exigem atenção especial. Vazamentos, ruídos anormais, fumaça no escapamento e dificuldades nas trocas de marcha são sinais de alerta. Um test-drive atento a vibrações e barulhos estranhos complementa a análise. A publicação também chama atenção para a quilometragem: desgaste incompatível com o hodômetro é motivo de investigação, e um carro com mais quilômetros, mas com manutenção comprovada em notas fiscais e ordens de serviço, pode ser escolha mais segura do que outro com histórico desconhecido.

Por fim, o Jornal do Carro alerta que preços muito abaixo da média de mercado exigem explicação. A Tabela FIPE serve como referência de valor, mas não como preço obrigatório — e o custo real da compra deve incluir transferência, seguro, manutenção preventiva, pneus e eventuais reparos. Um veículo aparentemente barato pode se tornar caro rapidamente se esses fatores forem ignorados.

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