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Flagra revela Fiat Argo X sem camuflagem e mostra visual mais conservador que o europeu Grande Panda

Imagens sem disfarce expõem as diferenças estéticas entre o hatch nacional e seu irmão europeu, com emblemas centralizados e pintura bicolor mais agressiva.

Atualizada em 6 de novembro de 2026 às 17:10· 27 leituras
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Argo X aparece sem camuflagem e revela visual mais conservador que o europeu

Emblemas centralizados e teto bicolor que desce até a cintura diferenciam o hatch brasileiro do Grande Panda.

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A Quatro Rodas publicou imagens do novo Fiat Argo X completamente sem camuflagem, obtidas pela página @stellantis_clube, e o resultado deixa claro que a filial brasileira da Stellantis optou por um caminho mais conservador do que o adotado no projeto original europeu. Enquanto o Grande Panda aposta em assimetria como elemento de estilo — com o logotipo dianteiro deslocado para a direita e o nome da marca em baixo-relevo no lado esquerdo da tampa traseira —, o Argo X nacional centraliza tudo: emblemas dianteiro e traseiro ficam no eixo do carro, e o nome "Argo X" aparece na barra inferior da traseira, posicionado à esquerda, invertendo a lógica europeia mas repetindo o padrão da primeira geração do modelo, segundo a Quatro Rodas.

Nas laterais, a revista aponta que a versão brasileira abre mão do nome em baixo-relevo na base das portas, mantendo apenas os vincos na chapa — o que, na prática, facilita a vida de funileiros. As maçanetas seguem o mesmo desenho do carro europeu, mas passam a acompanhar a cor da carroceria em vez de serem sempre pretas. Já a pintura bicolor ganha proporções maiores no Brasil: a Quatro Rodas destaca que o teto preto desce até a linha de cintura, cobrindo todas as colunas e a capota, enquanto na Europa o Grande Panda sequer oferece essa opção. A cor verde claro vista no modelo europeu também estará disponível por aqui.

No que diz respeito à mecânica, a Quatro Rodas detalha que a gama do Argo X será dividida em duas frentes. As versões de entrada — Drive, Audace e Audace Plus — devem chegar com o motor três cilindros 1.0 Firefly flex aspirado, capaz de entregar 75 cv e 10,7 kgfm no etanol, sempre associado ao câmbio manual de cinco marchas. As configurações mais caras, identificadas pela sigla MHEV, contarão com o 1.0 turbo T200 recalibrado para 116 cv em sistema híbrido leve de 12 volts, enquadrado na primeira faixa tributária do programa Mover. O carro é baseado na plataforma do Citroën C3 e terá cerca de 4 metros de comprimento com 2,54 metros de entre-eixos.

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