McLaren coloca à venda cinco carros de F1 do próprio acervo, incluindo modelos de Senna e Hamilton
Monoplaces que passaram por campeões mundiais serão negociados individualmente pela revendedora britânica Tom Hartley Jnr, sem preços divulgados.
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A McLaren Racing decidiu abrir mão de parte de seu patrimônio histórico: segundo o Jornal do Carro, a equipe britânica colocou à venda cinco monoplaces de Fórmula 1 diretamente de seu acervo, todos negociados pela revendedora especializada em veículos de coleção Tom Hartley Jnr. Os carros permaneceram com a equipe após o encerramento de suas respectivas campanhas nas pistas e agora buscam novos donos no mercado privado.
Entre os destaques, o Jornal do Carro aponta dois chassis do MP4/6A de 1991 como os maiores chamarizes, sobretudo para o público brasileiro. O chassi 04 levou Gerhard Berger ao segundo lugar no GP de San Marino e ainda guarda seu motor Honda V12 aspirado original; o chassi 07 foi utilizado pelo austríaco em quatro etapas da temporada. Ambos também passaram por testes com Ayrton Senna. Já o MP4/27A de 2012, segundo a publicação, rodou com Jenson Button e Lewis Hamilton antes de receber uma restauração completa por parte da equipe antes da entrega.
Da era mais recente, o Jornal do Carro destaca o MCL35M de 2021 — chassi 01, com o qual Lando Norris subiu ao pódio em Imola, Mônaco e Monza, este último na dobradinha histórica da McLaren no GP da Itália. O lote ainda inclui o MCL37A de 2023, chassi 03, que além de ter rendido dois segundos lugares a Norris em Singapura e no Japão, foi dirigido por Brad Pitt no Circuito das Américas durante as gravações do filme F1. A Tom Hartley Jnr o descreve, conforme a reportagem, como o McLaren de competição mais recente a ser oferecido a um proprietário particular.
Os preços não foram divulgados e as negociações serão conduzidas caso a caso, sem prazo definido. O Jornal do Carro informa que Zak Brown, CEO da McLaren, justificou a decisão afirmando que manter esses carros estacionados não faz jus ao que representam — a intenção é vê-los em uso e preservar a história da equipe também fora dos museus.
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