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5 tecnologias da Fórmula 1 que hoje equipam até os carros mais baratos do Brasil

Das trocas no volante ao controle de tração, a engenharia das pistas virou item de série nas ruas.

Atualizada em 8 de novembro de 2026 às 09:03· 14 leituras
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5 tecnologias da F1 que chegaram até os carros mais baratos do Brasil

Da pista às ruas: inovações que viraram item de série.

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A Fórmula 1 funciona há décadas como um laboratório de engenharia avançada, e boa parte do que parece ficção científica nas pistas acaba chegando ao carro do vizinho alguns anos depois. Segundo a Autoesporte, cinco inovações seguiram exatamente esse caminho — e algumas já estão presentes até nos modelos mais acessíveis vendidos no Brasil.

As trocas de marcha no volante são um bom exemplo. A Autoesporte aponta que o recurso estreou na F1 em 1990, numa Ferrari desenvolvida pelo engenheiro John Barnard, e chegou a um carro de rua da própria marca já em 1997. Hoje, as famosas "paddles" aparecem até no Volkswagen Polo Sense, uma das versões de entrada do hatch alemão. Outro salto expressivo veio com o KERS — Sistema de Recuperação de Energia Cinética —, introduzido na categoria em 2009. Conforme a Autoesporte explica, o princípio de usar o motor elétrico para frear e reaproveitar energia que seria desperdiçada como calor é exatamente o que faz funcionar todo híbrido ou elétrico atual, do Renault Kwid ao topo de linha.

O controle de tração percorreu caminho semelhante. A Autoesporte lembra que a tecnologia foi desenvolvida para a F1 entre as décadas de 1980 e 1990, ficou famosa na Williams de Nigel Mansell e hoje é obrigatória em todos os carros vendidos no Brasil desde 2024. Já a aerodinâmica ativa — asas e aerofólios que se ajustam conforme a velocidade — ainda não desceu ao mercado popular, mas a publicação destaca que modelos da Porsche já trazem o recurso de série, com spoilers que sobem automaticamente para aumentar a estabilidade em alta velocidade.

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