Como mudar ou adicionar categoria na CNH: o que exige a nova resolução do Contran
Regras atualizadas definem etapas, cursos e exames obrigatórios para quem quer ampliar a habilitação.
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Ampliar a habilitação no Brasil exige atenção a dois processos distintos, e a Quatro Rodas explica a diferença: a adição de categoria ocorre quando o motorista inclui a B à sua CNH tipo A, ou acrescenta a A (ou autorização para ciclomotor) a quem já tem B, C, D ou E. Já a mudança de categoria é a troca entre B, C, D e E — o caso clássico de quem dirige carro e quer passar a conduzir caminhão ou ônibus. A distinção está na Resolução Contran nº 1.020/2025, conforme aponta a Quatro Rodas.
Para a adição, segundo a Quatro Rodas, o processo inclui exame de aptidão física e mental, mínimo de duas horas de aulas práticas, prova prática e emissão da nova habilitação. O exame médico pode ser reaproveitado se estiver dentro da validade e sem restrições. Quem ainda está na fase de Permissão para Dirigir recebe uma nova permissão com a categoria adicionada e mantém o prazo original.
A mudança para as categorias C, D ou E é mais exigente, de acordo com a Quatro Rodas: além do exame de aptidão física e mental, o condutor precisa realizar exame toxicológico, um curso especializado de direção com carga mínima de dez horas e prova prática. Esse curso só pode ser ministrado por autoescolas credenciadas, unidades do Senat, escolas públicas de trânsito ou órgãos do Sistema Nacional de Trânsito — sem a opção de instrutor autônomo. A publicação destaca ainda que esse processo não se confunde com as especializações exigidas para transporte de passageiros, escolares ou produtos perigosos, que seguem trilha própria.
A Quatro Rodas lembra que a regulamentação federal define as etapas, mas cada Detran estadual determina os canais de atendimento e os valores cobrados. Em São Paulo, por exemplo, o Poupatempo informa que a mudança de categoria deve ser solicitada via portal estadual ou presencialmente, sempre com autoescola credenciada.
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