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Mercedes-Benz GLB usado vale a pena? Veja versões, pontos fortes e defeitos conhecidos

SUV de sete lugares da Mercedes tem motor sólido e interior generoso, mas exige atenção a problemas específicos antes da compra.

Atualizada em 2 de novembro de 2026 às 09:10· 6 leituras
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GLB usado: vale a pena o SUV de 7 lugares da Mercedes?

Motor sólido, interior generoso — mas há defeitos que exigem atenção antes de fechar negócio.

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O Mercedes-Benz GLB chegou ao Brasil em outubro de 2020, importado do México com benefício do acordo de livre-comércio, e rapidamente se tornou o SUV mais vendido da marca no país, segundo a Quatro Rodas. Posicionado entre o GLA e o GLC, o modelo se destaca pelos 4,63 metros de comprimento, terceira fileira de bancos e até 1.680 litros de porta-malas com os assentos rebatidos — dimensões que a Quatro Rodas compara à minivan Classe B. A linha evoluiu da Launch Edition inicial para as versões Advance e Progressive em 2021, ambas com o motor M282 1.3 turbo e câmbio de dupla embreagem de sete marchas, enquanto o modelo 2025 ganhou mecânica híbrida leve e câmbio de oito marchas na versão 220, além de tração integral 4Matic.

Para quem busca desempenho, a Quatro Rodas aponta o Mercedes-AMG GLB 35 como a escolha certa: o motor M260 2.0 turbo entrega 306 cv, traciona as quatro rodas e cumpre o 0 a 100 km/h em 5,3 segundos, com velocidade máxima de 250 km/h. Já na comparação entre as versões convencionais, a Progressive leva vantagem pelo teto solar panorâmico, rodas AMG aro 19 e sistemas de assistência como ACC e monitor de ponto cego. A Advance, porém, não fica atrás em conforto: chave presencial, multimídia MBUX com Android Auto e Apple CarPlay, frenagem autônoma e câmera de ré já estão de série, conforme destaca a publicação.

O ponto de atenção para quem considera um GLB usado está nos defeitos documentados pela Quatro Rodas. O motor M282 é suscetível ao acúmulo de depósitos por usar injeção direta, o que pode gerar marcha lenta irregular, consumo elevado e perda de desempenho. Já algumas unidades do M260 apresentaram falha em válvulas ou guias de válvula, problema com repercussão suficiente para a Mercedes-Benz ampliar a garantia desses componentes em certos mercados. Além disso, a revista alerta para a degradação de componentes plásticos e de borracha no M282 — mangueiras do sistema PCV, intercooler e turbo, além de juntas e retentores, merecem inspeção criteriosa antes de fechar negócio.

No balanço geral, a Quatro Rodas considera o GLB uma opção interessante no segmento premium de sete lugares, desde que o comprador esteja preparado para os custos típicos de manutenção de uma Mercedes-Benz, que vão além do preço de aquisição e incluem peças e mão de obra acima da média do mercado.

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