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Mercedes equipa GLB 250 com turbo elétrico vindo da Fórmula 1 e motor 1.5 mais eficiente

SUV compacto de sete lugares troca o antigo 2.0 por um propulsor menor com tecnologia de eletrificação do turbocompressor, prometendo menos emissões e mais resposta.

Atualizada em 1 de novembro de 2026 às 15:00· 7 leituras
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GLB 250 ganha turbo elétrico da Fórmula 1

Mercedes transfere solução da AMG F1 para o SUV compacto de sete lugares com motor 1.5 mais eficiente

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A Mercedes-Benz vai transferir uma solução desenvolvida pela equipe AMG na Fórmula 1 para um carro de uso cotidiano. Segundo a Quatro Rodas, o GLB 250 será o primeiro modelo da marca a receber o novo motor 1.5 da família M 252 LS, que aposenta o antigo 2.0 e traz como principal novidade um turbocompressor acionado por um motor elétrico integrado ao eixo da turbina.

A diferença em relação aos turbos convencionais está justamente nesse acionamento elétrico: em vez de depender exclusivamente dos gases de escape para girar a hélice, um pequeno motor de aproximadamente 7 cv acelera o compressor em frações de segundo, reduzindo o famoso turbo lag. A Quatro Rodas aponta que o conjunto entrega 231 cv com o motor a gasolina e ainda conta com um sistema híbrido leve de 48 V capaz de somar até 31 cv extras nas acelerações. O mesmo sistema funciona como gerador durante desacelerações, recuperando até 2 kW para recarregar a bateria auxiliar.

No campo ambiental, a publicação destaca que a Mercedes projeta uma redução de cerca de 17% nas emissões de CO2 em relação ao motor anterior. Para manter o conforto esperado de um SUV de luxo, a fabricante incorporou dois eixos de balanceamento contra-rotantes do tipo Lanchester, recurso que combate as vibrações típicas de motores de menor cilindrada. O GLB 250 preserva espaço para sete ocupantes, faróis de LED, central multimídia com telas integradas e sistemas de assistência à condução.

De acordo com a Quatro Rodas, o propulsor integra a arquitetura modular FAME da Mercedes-Benz, criada para atender normas ambientais mais rígidas. A expectativa da marca é expandir a tecnologia para outros modelos compactos e médios nos próximos anos — embora a maior complexidade eletrônica e mecânica do sistema possa tornar a manutenção mais trabalhosa do que a de um turbo tradicional.

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