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'Cinto wi-fi': o acessório ilegal que engana o carro e mata passageiros

Dispositivo que silencia o alarme do cinto de segurança está associado à morte de um homem e ferimentos em três familiares no Mato Grosso.

Atualizada em 31 de outubro de 2026 às 09:13· 5 leituras
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'Cinto wi-fi': o acessório ilegal que engana o carro e mata passageiros

Dispositivo vendido em camelôs está ligado à morte de um homem e ferimentos em três familiares no MT.

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Um acessório vendido livremente em camelôs e lojas de autopeças está custando vidas nas estradas brasileiras. Segundo o UOL Carros, o chamado 'cinto wi-fi' — um pequeno dispositivo que se encaixa na fivela do cinto de segurança apenas para calar o alarme sonoro do veículo — está diretamente ligado à morte de um homem e ao ferimento de três de seus familiares em um acidente registrado no dia 9 de outubro na BR-163, em Rondonópolis (MT).

O gadget é, na prática, uma trapaça eletrônica: ele simula para o sistema do carro que o cinto está afixado, desativando o alerta sem que o ocupante realmente use o equipamento de segurança. Conforme aponta o UOL Carros, o item é ilegal no Brasil, mas segue sendo comercializado sem maiores dificuldades, alimentado pela preferência de parte dos motoristas por silenciar o aviso em vez de simplesmente colocar o cinto.

O cinto de segurança é considerado um dos dispositivos mais eficazes já criados para reduzir mortes no trânsito. Ao burlar seu sistema de alerta, o condutor — ou passageiro — abre mão de uma proteção que pode ser decisiva em colisões, capotamentos e freadas bruscas. O episódio de Rondonópolis serve de alerta sobre como um item barato e aparentemente inofensivo pode ter consequências fatais.

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