Drogômetro: quais remédios proíbem ou liberam o motorista de dirigir
Lista vai de ansiolíticos a medicamentos para TDAH e aponta o que a legislação brasileira determina para quem usa essas substâncias ao volante.
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Segundo o UOL Carros, o chamado 'drogômetro' — dispositivo capaz de detectar substâncias psicoativas na saliva — já faz parte do arsenal das blitze policiais no Brasil, e a dúvida de muitos motoristas é saber quais medicamentos de uso comum podem ou não resultar em autuação. A publicação destaca que remédios como o Rivotril (clonazepam), amplamente prescrito para ansiedade e epilepsia, figuram entre as substâncias que podem comprometer a capacidade de direção e, portanto, estão no radar da fiscalização.
O UOL Carros aponta que nem todo medicamento controlado leva automaticamente à infração: o que a lei avalia é se a substância altera as condições psicomotoras do condutor. Ainda assim, a reportagem chama atenção para o fato de que compostos como o Venvanse (lisdexanfetamina), usado no tratamento do TDAH, também entram na lista de substâncias monitoradas, exigindo atenção redobrada de pacientes que dirigem regularmente.
De acordo com o UOL Carros, a orientação de especialistas e das próprias bulas é clara: qualquer medicamento que traga advertência sobre sonolência, alteração de reflexos ou comprometimento cognitivo deve ser encarado como um sinal de alerta para quem precisa pegar o volante. A responsabilidade, segundo a fonte, recai sobre o motorista, independentemente de haver ou não prescrição médica válida.
A matéria do UOL Carros reforça que o condutor flagrado sob efeito de substância psicoativa — seja ela ilícita ou medicamentosa — está sujeito às mesmas penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro para embriaguez ao volante, incluindo multa, suspensão da habilitação e até detenção em casos mais graves.
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