GM exige peças novas e genuínas para reparar sistemas de assistência em Chevrolet, Buick e Cadillac após colisões
Montadora americana proíbe o uso de componentes usados ou paralelos na reposição de tecnologias de segurança ativa em seus veículos.
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Quem bate um Chevrolet, um Buick ou um Cadillac e precisa consertar os sistemas eletrônicos de assistência ao motorista vai ter que abrir mão das peças usadas ou paralelas. Segundo o Notícias Automotivas, a General Motors passou a exigir que os reparos envolvendo essas tecnologias — conhecidas como ADAS (Advanced Driver Assistance Systems) — sejam feitos exclusivamente com componentes novos e genuínos da própria GM.
A medida, conforme aponta o Notícias Automotivas, vale para situações pós-colisão e tem impacto direto nas oficinas credenciadas e nas seguradoras. Sensores de frenagem automática, câmeras de monitoramento de faixa e radares de assistência de cruzeiro são exemplos de itens que não poderão mais ser substituídos por equivalentes de segunda mão ou de fabricantes alternativos.
A justificativa da montadora, ainda de acordo com o Notícias Automotivas, é técnica: peças que não passaram pelos testes de homologação da GM podem comprometer o funcionamento correto dos sistemas de segurança, colocando em risco a integridade dos ocupantes e de terceiros. A calibração desses componentes é considerada crítica para que os sistemas respondam dentro dos parâmetros esperados em situações de emergência.
A decisão tende a elevar o custo médio dos reparos pós-acidente nessas marcas, já que peças genuínas costumam ser mais caras do que as alternativas disponíveis no mercado. Para o consumidor brasileiro que possui um desses modelos, vale redobrar a atenção na hora de contratar um seguro e verificar se a apólice cobre reposição com peças originais — uma exigência que, com essa nova política da GM, deixa de ser opcional e passa a ser regra.
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